diário que não escrevo
Por favor, não me julguem.
Ninguém conhece o diário que não escrevo.
Nas páginas escravas que vagueio numa infinidade de incertezas.
Sou tão certa de mim mesma e por vezes tão errada.
A seriedade da vida que me consome está cheia de sorrisos meus que são poesia para quem os espelha.
Sou tão feliz de inspirar a outros, por outro lado não conhecem parte da minha verdadeira essência.
Sei que já passei por muitas fases na minha vida. Sou grata a todas elas. Sou rara e tâo comum ao mesmo tempo.
Porque sou mortal, mas tão cheia de infinitos. Quero a memória eterna. Que me lembrem para sempre. Que mesmo depois de me ir, que me deixem ficar.
É que eu sou muito aspirante a contos de fadas que se tornam realidade.
Eu sou pedra e água. Sou forte e sentimento. Sou diversas ondas num mar que dentro de mim não finda. Sou murmúrios de coisas boas, e as vezes que dói são boas para lembrar que sou especial por suportar.
Não é que seja mais que ninguém. Sou simplesmente eu na minha forma de amar. Que sei denotar todos os meus defeitos e qualidades. Sei acalmar as minhas ansiedades. Que soube sempre quem queria ser. E que ama a Deus, porque acredita na presença dele.
Grata.
Fé.
Eu.

Continua a escrever querida essa é uma das tuas essências. Amei.
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